sexta-feira, 11 de maio de 2007

Jogo calmo

Devido a uma ausência de última hora (devidamente comunicada), houve que proceder a ajustamentos nas equipas. Assim, as equipas jogaram com:
Equipa X: P. Martins, P. Moreira, F. Mateus, Chrystello, Helder e Tiago;
Equipa Y: Nuno, R. Garcia, R. Lopes, R. Evangelista e L. Branco.
Devido ao dominio exercido desde cedo pela equipa Y, o jogo foi algo morno. O momento alto do jogo aconteceu quando a equipa X tentava o empate, depois de reduzir para 2-3 e empurrava a Y para o seu meio-campo. Nesse momento, P. Martins num momento de desatenção (rarissimo neste keeper), oferece o 4-2 à equipa Y. Os X's sentiram esse golo e desde esse momento os Y's controlaram o jogo aumentando a vantagem para 5 ou 6 a 2, ganhando tranquiliamente.
De louvar a ausência de lesões (porque terá sido?)

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Aplicação de nova tecnologia

Começo a ficar "cansado" de tanto correr, todos os jogos é a mesma coisa: Jogador que mais correu: Luís. Tenho que começar a levar umas sapatilhas de atletismo?.
Proponho que para o prémio em questão se utilize a nova tecnologia que se aplica actualmente na Premier League, estou certo que a nossa mensalidade irá sofrer um pequeno ajuste mas será compensatório para repor a verdade desportiva.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Jogo interrompido

Numa noite em que a água voltou ao pavilhão, voltámos aos jogos. Com uma onda de lesões a varrerem os habituais convocados, sobraram 10. As equipas alinharam:
Equipa A - Chrystello, Filipe, Hélder, Rui Lopes e Luís;
Equipa B - Luís Branco, Moreira, Nuno, Tiago e Vinay.
A partida começou com um estudo mútuo de ambas as equipas, o que resultou numa toada morna (nos primeiros 2 minutos). Passado esse período, a equipa A avançou com vários lances de trocas de bola rápidas, mas foi a equipa B a marcar, num lance individual de coragem, força, velocidade e precisão de Vinay.
A equipa A manteve-se coesa e ripostou com bons lances e deu a volta. Com golos e qualidade, surgiram então alguns lances mais viris e com alguma falta de acerto da equipa B, resultando em algumas faltas.
Numa altura em que o resultado estava em 4-2, num cruzamento para a área da equipa A, Chrystello saltou com Vinay para ganhar uma bola aérea e sai lesionado do choque. De tal forma violento foi o embate que o jogo foi interrompido para não mais recomeçar.
Destaques
Jogador mais influente: Hélder
Jogador mais desatento: Vinay
Jogador que mais correu: Luís
Jogador mais inconsequente: Luís Branco
Autor do Golo mais bonito: Vinay
Autor da melhor defesa: Rui Lopes

Simplesmente LAMENTÁVEL!!!!

Lamentável, vergonhosa, anti-desportiva, enfim, não há palavras suficientes para classificar a atitutude da equipa dos sem colete, ontem à noite.
Quando sofriam uma pressão a todo o campo que, mais tarde ou mais cedo, iria dar em golos (muitos, pelo menos 3) começaram a cair em campo, chegando ao ponto de abandonarem o campo quanto um dos elementos não mais de levantou.
Há que banir estas atitudes do futebol, de uma vez por todas!
Há que enaltecer, por outro lado, o extremo fair-play do jogador Vinay Pranjivan, que sempre que ceifava um dos adversários (diria mesmo que, ontem, não escapou nenhum), prontamente pedia desculpas. No caso do último jogador a lesionar-se até se prontificou a dar toda a assistência, inclusivamente levá-lo ao hospital.
Enfim, a equipa dos coletes, não reconhece a vitória da equipa adversário e irá recorrer a todos os tribunais para ser reconhecido o abandono de campo da equipa dos sem colete e consequente derrota.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Faltou H2O e ....não houve jogo!!!

Não houve jogo porque faltou a água no pavilhão.
Bem sendo assim um voto de louvor ao Paulo Martins que conseguiu manter desta vez a sua baliza inviolada. Boa exibição!!!

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Electrizante

Jogo intenso, embora sem ser bem jogado, como já é habitual, sempre com incerteza quanto ao resultado final. Equipas aparentemente desequilibradas, já que numa das equipas estavam, talvez, os jogadores mais dotados tecnicamente (Ricardo Garcia, Ricardo e Luís Gonçalves) juntamente com jogadores de equipa como o Filipe e o Tiago. Não, não me esqueci do Martins. Esse é um caso à parte. Na outra equipa, os operários do costume (Moreira, Rui Lopes, Nuno, Hélder, Chrystello e Luís Branco), que nunca viram a cara à luta.
Ganharam os segundos, por 8-7, ou coisa parecida.
Jogador mais influente (atribuído por unanimidade): Vinay Pranjivan
Melhor defesa: Vinay Pranjivan
Melhor golo: Vinay Pranjivan
Jogador mais distraído: Paulo Martins
PS: se eu que marquei 2 golos, só me lembro de um deles, como é que querem que me lembre da melhor defesa ou do melhor golo

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Taxi Driver

Apanhar um táxi, seja em Lisboa ou num outro local qualquer, representa também - pelo menos para mim - apanhar uma boleia da vivência de quem o conduz, das histórias que traz consigo, da sua maneira de ver o mundo.

Não são todas as corridas de táxi que nos reservam conversas com interesse. As conversas – quando as há – muitas vezes nem sequer têm tempo de sair das indicações de ruas e destinos, de lugares e pontos de referência. Mas decerto que já tiveram a oportunidade de ter algumas conversas surpreendentes dentro deste meio de transporte: o motorista de Lisboa que viveu parte da sua vida entre Dublin e Joanesburgo, o taxista nocturno de Roterdão, sem medo de assaltos e com uma arma guardada dentro do porta-luvas do carro, o jovem condutor num pequeno país junto ao Adriático com grande apetência para comparar o custo de vida entre diferentes países.

Seja como for, uma viagem de táxi é sempre incerta. Não quanto ao nosso destino final, mas em relação ao local onde a conversa nos poderá levar. Não tanto quanto aos lugares por onde iremos passar, mas em relação ao que as conversas nos podem fazem pensar. E foi precisamente uma situação destas que vivi há algum tempo atrás, numa daquelas viagens entre o hotel e o aeroporto que me levaria a casa.

O taxista em causa, que trabalha em terras do tio Sam, tinha sido defesa-esquerdo num clube da primeira divisão em Teerão. Ao saber que era português falou-me, um pouco para minha surpresa, do Eusébio e do mundial de 1966. Falou-me particularmente dos 5 golos que demos à Coreia do Norte depois de termos estado a perder 3 - 0. Ainda tentei falar-lhe do Figo, mas desde logo disse-me que ele era “10% of Eusébio”. Durante os 15 minutos que a viagem sensivelmente decorreu falámos de futebol. No fim, já no aeroporto, deu-me um grande aperto de mão e disse-me, num momento algo surreal e de uma forma um pouco eufórica “And remember, if you see Eusébio, tell him that everybody in Iran still remembers him and that everybody likes him”…!

É extraordinário ver como o futebol une as pessoas. Une continentes, liga culturas e abate diferenças. Quer queiramos ou não, o futebol é mesmo um denominador comum para milhões e milhões de pessoas neste planeta. É quase uma linguagem universal. E eu, como português, só tenho de agradecer e de ter orgulho em saber que o Eusébio faz parte do seu vocabulário restrito.